GUY JOSEPH - FOTOGRAFIA DIGITAL .

















09/09/2004 13:02


Quanto maior o número de pixels, melhor será a qualidade da foto digital.

Os Pixels e o Tamanho da Imagem
Agora, vamos fazer uma pequena revisão do que foi visto até aqui. Como já aprendemos, a qualidade da fotografia digital, tanto a foto impressa como a apresentada na tela do computador, depende principalmente do número de pixels utilizados para fazer a imagem. Esse fator, também é conhecido como resolução. Esse número, é determinado pela quantidade de fotocélulas existentes no sensor de imagem da câmera. Algumas câmeras usam o artifício de acrescentar pixels “artificiais”, interpolando a imagem, mas que na prática, isso não significa uma melhor imagem, apenas aumenta o tamanho da imagem em detrimento da sua qualidade final.
Quanto mais fotocélulas e conseqüentemente mais pixels, melhores serão os detalhes gravados e mais nítidas as imagens. Se alguém ampliar e continuar ampliando determinada imagem digital, chegará um momento em que os pixels vão se tornar visíveis deteriorando a qualidade da imagem. Esse fenômeno se chama pixelização. Portanto, quanto mais pixels existirem em uma imagem, mais ela aceitará ampliações com qualidade; quanto menos pixels, menor a ampliação possível, com a qualidade desejada.
Como funciona o “jeitinho” de acrescentar pixels “fantasmas”, artificiais, na imagem, para simular maior resolução? Como o leigo pode distinguir entre a realidade e a ficção no mundo dos pixels e das câmeras digitais?
As perguntas acima são pertinentes, pois é preciso cuidado com alguns anúncios publicitários de câmeras digitais e de scanners. Acontece que existem dois tipos de resolução, a ótica e a interpolada. A resolução ótica é o número absoluto de pixels que o sensor da imagem consegue capturar fisicamente durante a digitalização. Ou seja, corresponde exatamente à realidade. Contudo, por meio de um software incorporado à câmera (qualquer programa editor de arquivos de imagem também pode fazer isso), é possível “acrescentar” mais pixels fictícios, num processo chamado “interpolação”. Para isso o software avalia os pixels vizinhos de cada pixel, para “imaginar” como poderia ser um novo pixel “clone” em termos de cor e brilho. Na prática não funciona - as imagens assim geradas apresentam geralmente inúmeras deficiências. O importante é ter em mente que a resolução interpolada não adiciona nenhuma informação à imagem – só acrescenta pixels que fazem o arquivo ficar maior e qualidade final da fotografia fica, fatalmente, comprometida.
Contudo, como toda regra tem exceção, há softwares hoje em dia, que realmente conseguem a façanha. Eles não “imaginam” nada. Realmente criam pixels que funcionam. Só que não estão embutidos em nenhuma câmera digital, são vendidos somente para instalação em computadores. Um desses incríveis softwares é o Genuine Fractals, que funciona como um plug-in no Adobe Photoshop. Alguns fabricantes de câmeras digitais já estão analisando a distribuição de cópias “lights” deste software especial junto com suas câmeras digitais.

enviada por Guy






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